A niteroiense Raquel Koehler é literalmente o que canta. Parafraseando uma das músicas que interpreta, ela canta para tentar fazer você feliz. E o faz de forma particular valendo-se de elementos como força, feminilidade e muito carisma, aliados à técnica sem excessos.
A canção “Fazer o quê” composta ao lado de Kinho Vaz fez com que sua carreira ganhasse uma forma mais ostensiva. A grande aceitação pública, rendeu-lhe diversos convites, inclusive a participação no evento Por Debaixo da Saia, no Teatro Odisséia, junto a artistas como Eliana Printes, Amelinha e Isabela Taviani. A partir daí, esteve no palco do Teatro Municipal de Niterói, ao lado das cantoras Elba Ramalho, Fátima Regina, Beth Bruno entre outras.
Em 2007, ano de lançamento do disco, já podia ser ouvido na radio Rádio Roquete FM, que em função do retorno do público, já teve Raquel por lá dando entrevistas; E também na Rádio MPB FM on-line, Rádio Amazonas FM, Rádio Nativa do Rio de Janeiro e Recife, Tarde FM de Salvador, Globo on-line entre outras.
E foi neste ano de 2008, que Raquel resolveu assumir definitivamente as rédeas de sua carreira. Dedicando-se, integralmente, ao lado do Diretor Carlos Poubel, a Direção Artística do seu show. Músicas de Cartola, Jair Oliveira, Arnaldo Antunes, Moska entre outros, entram no repertório com arranjos pra lá de ousados do grande parceiro Zé Netto.
Escalada para interpretar Anna de Amsterdã no espetáculo “Calabar Musical” (Chico Buarque e Ruy Guerra), dirigida e adaptada por Ruy Faria em parceria com a Prefeitura de Niterói, Raquel, concilia a temporada da peça, com a continuação do projeto “Pocket Pilhagem”, pelas livrarias do Rio de Janeiro e São Paulo e com a estréia do o seu novo show, Pilhagem – Contradições.
|Pilhagem - Contradições | o show
Raquel Koehler apresenta seu novo show, baseado no conceito do primeiro CD, “Pilhagem”. Toda mensagem positiva, e de euforia , contida nas faixas de seu primeiro trabalho está presente neste novo show, que retorna aos palcos de cara nova sem medo de mostrar seu amadurecimento e assumindo definitivamente o que acredita, ela, ser o seu papel como artista.Se no show “Pilhagem” o público era embalado ao som da Black Music, com seus groovies e influências, em “Contradições” o rock’n roll vem se aproximando do swing e sem medo vem criando uma linguagem muito particular.Destaque para as influências marcantes do baião e do forró, passando pelo heavy metal, e até mesmo tango, tudo costurado com muita percussão e solos de guitarra incisivos.Com dois momentos bem característicos, fortemente conduzidos por figurinos e cenários marcantes, PILHAGEM – Contradições conta com um repertório intenso. Músicas que vão de “ Cotidiano de um casal feliz”, de Jay Vaquer; “Socorro” de Arnaldo Antunes, à “Móbile” de Moska e “Tiro Onda” de Jair de Oliveira “ são exemplos claros da proposta do novo show. “Preciso me encontrar”, de Cartola, ganha uma cara rock’n roll quase como um pedido desesperado de liberdade e“Jorge da Capadócia” de Jorge Ben vem como uma súplica por fé, acreditando ser a única forma de modificação. O que ela quer, sem dúvida, é uma catarse! O estilo Raquel Koehler de cantar, explosivo, empolgante e carismático continua presente, Em sua voz, todo repertório recobra um significado esquecido, ou adquire um novo.
Concebido após um longo trabalho de reestruturação, este novo show traz os músicos Robson Figueiredo na guitarra, Cristiano Machado, no baixo, Junior Moraes na bateria e Juliana Corado, na percussão. PILHAGEM - Contradições um convite irresistível




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